sexta-feira, 25 de março de 2011

Sobre jogos que esgotam e avacalham com nossa vida!

Olá queridos e queridas,
(espero que tenhamos leitorAs, manifestem-se meninas) Hoje eu vim falar de algumas coisas. =B A primeira delas é Munchkin!
Munchkin é uma raça de gatos de pernas curtinhas, fofinhos e amáveis. Bem sociáveis, mas nada “puláveis”... To de brinks galera! Quero dizer Munchkin É uma raça de gatos e as informações estão corretas (!), mas é também um jogo fodásticamente bom de cartas!

Baseado em RPG cada jogador é um personagem genérico em frente a uma masmorra e deve enfrentar o que vier. Ao longo da partida pode ganhar classes, raças, armas, armaduras e maldições. Deve enfrentar a Ratricinha, o Nerd Guinchador e qualquer outro monstros que vier (ou fugir). E se seu amigo estiver em apuros você pode ajudar, ou não (nunca ajude se ele for ganhar antes de você). O jogo vira de repente de dar risadas uns com os outros (afinal não se leva Munchkin a sério), a rir uns dos outros. Foi escrito por Steve Jackson e ganhou melhor jogo de Cards em 2001.
A segunda coisa que trago para o post de hoje é um sistema de RPG: “Mulheres Machonas Armadas até os Dentes”. É um sistema baseado em mulheres como Lara Croft e Xena. Todos jogam com mulheres machonas (jura?). É obviamente um jogo para se divertir a tarde inteira. Foi escrito por Greg Porter.

O que esses jogos têm em comum? Primeiro se você os leva sério está fazendo algo errado (como já avisa o manual de munchkin). Segundo, ambos foram traduzidos pela Devir e esgotaram e nada foi feito a respeito. Por sinal isso aconteceu ANTES de eu comprar, o que torna tudo mais triste! Sobre munchkin é possível comprar em inglês por salgados 75,00 reais e já Mulheres Machonas não encontrei de jeito nenhum. A solução é comprar complementos: dois estão disponíveis e vem com todo o sistema (gigante: cabe em 2 páginas).
Fica a dica: A revistaria “A Toca” (Em Floripa) tem os suplementos E Munchkin. ;D

Aproveito para dizer que estivemos no Otakontro SC e estava ótimo! Nosso amigo Satore falou muito bem sobre isso (destanco os shows): http://lojinhadosatore.blogspot.com/

Até galerinha.
Para saber mais:
Munchkin: http://www.devir.com.br/rpg/munchkin.php
Mulheres Machonas: http://www.devir.com.br/rpg/mmad.php
Revistaria A Toca: http://www.atocarevistaria.com.br/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Silent Hill: Shattered Memories (Memórias Fragmentadas)


Esse é um jogo que terminei a um tempo atrás, com dois amigos meus. Altamente recomendavel pra quem curte um bom jogo de terror, diferente da maior parte dos jogos de terror que temos por ai, tanto em jogabilidade quanto em roteiro. Se eu tivesse postado até sexta-feira, diria que era um bom passatempo para quem não quer desfilar no bloco do sujo, mas agora que ja é noite de terça-feira, podem guardar o jogo para a pascoa.


O jogo começa com você, Hary Manson, dirigindo com sua pequena filha em seu carro quando quando sofre um acidente.
O carro bate em um poste e Hary fica inconciente. Quando acorda, sua filha não esta mais no carro. Desesperado, Harry procura nos arredores mas não a encontra, então resolve sair pela cidade armado com sua lanterna e seu telefone celular para se reencontrar com ela.

Ao adentrar a cidade, Harry nota que há uma grande nevasca e não há ninguem nas ruas, alem de quase nenhuma loja estar aberta.
Durante sua jornada, Harry ve que há algo estranho com a cidade e algumas das pessoas nela, enquanto passa por diversos lugares de Silent Hill que ja apareceram em outros jogos da série, como o Hospital de Silent Hill ou os bosques nos arredores da cidade.
Ao longo da estória se nota uma trama bem diferente do comum para jogos de terror (apesar de alguns filmes ja terem feito uso de estórias similares).

Alem da estória se desenvolver de uma maneira bem interessante(de forma que você pode chegar ao final do jogo sem entender o que algumas coisas queriam dizer) , acho que o melhor do jogo é sua jogabilidade, nenhum jogo jamais me deu tanto medo! Não sei dizer se o jogo é igual para Playstation 2 e PSP, pois joguei a versão de WII, então levem em conta que tudo que direi será baseado na versão de Wii.
A maneira como você controla a lanterna com o WII Mote (que é sua principal ferramenta no jogo) é muito boa, e te permite se sentir dentro do jogo.
A qualidade dos graficos esta boa, apesar de haverem jogos pra Wii com graficos muito melhores do que esse. Um ponto interessante é que quando é necessario ler um cartaz, ao invés de clicar em um botão de interação e o texto aparecer em uma caixa de dialogo, é possivel ler todo o texto no próprio cartaz. Em contrapartida, texturas de alguns detalhes nos cenarios estão com uma qualidade muito baixa.
O jogo não tem combates, porem tem intensas cenas de perseguição nas quais você chega a ficar desorientado, pois o um segundo que perde parando de correr pra entrar no menu do mapa pode ser sua morte, o que nos leva a um jogo que esta muito mais pra "Survival Horror" (sobreviver ao Terror) do que jogos como Resident Evil 4, que apesar de ser considerado terror se foca mais na ação.





Mas o melhor do jogo ainda não é isso:
O jogo é dividido em capitulos, e cada um deles se inicia com um teste, e após isso uma CG, para apenas depois o jogador controlar o personagem.
O negócio é que este "teste" é uma cena em um consultoria de psiquiatria, no qual um psiquiatra te faz perguntas ou te aplica testes. Porem as respostas dadas nestes testes influenciam em varios fatores, des de aparencia dos inimigos e roupas que alguns NPCs vestem até diferentes textos, dialogos e finais para o jogo.
Silent Hill Shattered Memories é o melhor terror que ja joguei, é de fato um jogo imperdivel. A unica coisa ruim é o fato de ser muito curto: da pra acabar em uma noite jogando sem parar.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tales of Phantasia – Duas horas em anime para delírio desta que vos fala

Vou confessar uma coisa a vocês, resisti muito a ver o anime de Tales. Fiz o download enquanto ainda estava jogando e não queria ver para não ter spolier. Finalmente resolvi assistir com toda a tranquilidade agora que já fechei o jogo (na verdade há algum tempo).
O anime é surpreendemente lindo, ainda mais que o jogo. É composto por quatro episódios e conta resumidamente a história do game. Nenhum ponto importante foi alterado, mas começa em um ponto um pouco mais frente que o jogo e corta algumas coisas. Apesar de começar em um ponto diferente, é um momento intenso, marcante. Que apresenta bem Cless, Chester e Dhaos (e aliás Chester arrasa quando entra – olha uma escritora apaixonada).
O anime vai contar a luta de Cless, Chester, Mint, Arche e Khart contra o Rei Maligno Dhaos que tem atacado a Terra através das eras. Ninguém sabe bem o porquê. Ele foi selado por guerreiros e agora Clesse e Chester precisam impedir que ele volte a tocar o terror por aqui. Para isso voltam no tempo e procuram os outros guerreiros que impediram Dhaos antes. O que eles não esperam é descobrir o por que disso tudo.
Os personagens foram super bem desenhados e a personalidade deles maravilhosamente composta! Todos ficaram ótimos, mas o professor Khart me surpreendeu muito, então destaco esse. Já quanto as personalidades das personagens o trabalho, como Tales inteiro, foi muitíssimo bem feito. Cada um dos personagens sem pieguices, sem exageros. Destaques para Arche e Chester (amoo eles), que ficaram ótimos e interagem muito bem.
Outra coisa que adorei foi o quanto contaram sobre o Lord Lyzen. Ele é, teoricamente, um personagem secundário e mesmo assim sua história foi mostrada com cuidado e sua personalidade também. Claro que isso é um gancho para eles falarem sobre meio-elfos, mas adorei a forma como fizeram isso de qualquer forma.
Também preciso falar que o Dhaos está lindo e que conseguiram realmente colocar todo o conflito que ele representa novamente sem obviedade ou sei lá, muito melodrama (algum melodrama fica por conta da Mint). Ele realmente ficou ótimo.
A única coisa que não gostei muito em Tales foram as lutas, achei a guerra do primeiro capítulo meia fraquinha e sem noção (porque aparece do nada). E a última poderia ter durado um pouco mais e o Khart ter usado o Origin.
A abertura de Tales é lindinha e o último capítulo ainda tem uma música um pouco diferente. Com as cenas totalmente mudadas. É muito trabalho para a equipe de criação. Por todo o cuidado que houve em Tales e pelo tanto que o primeiro episódio acabou retalhado (do nada eles aparecem numa guerra) eu fiquei pensando cá com meus botões que eles poderiam fazer 13 episódios não é mesmo? Os personagens são ótimos, a história é boa. Com certeza a história se sustentaria.

Para saber mais:
Sobre Tales of Phantasia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_of_Phantasia
Download de Tales of Phantasia OVA: http://site.avidown.net/index.php?option=com_sobi2&sobi2Task=sobi2Details&catid=58&sobi2Id=561&Itemid=96
Para ver on line Tales of Phantasia OVA (ToP): http://www.fantasyanime.com/legacy/top_anime-main.htm

quinta-feira, 10 de março de 2011

Magic The Gathering - As cinco cores da magia


Como mencionei no post anterior sobre Magic, neste jogo há cinco "cores de mana" diferentes.
Mas o que isso significa?

No post anterior eu apresentei uma magica vermelha (que tem mana vermelha em seu custo para ser conjurada), sendo a montanha o terreno representante da mana vermelha.
Alem da vermelha, há tambem a Branca (representada pelas Planicies), a Verde (representada pelas florestas), a Preta (representada pelos Pantanos) e a Azul (representada pelas ilhas).
Ta bom, cada cor é um tipo de mana, limita as cartas que você vai ter no seu deck, mas e ai?
Que diferença isso faz?
No Magic, o tipo de carta que você vai usar no seu deck influencia mais do que em Pokemon, por exemplo, que "só" vai dizer a fraqueza e resistencia de seus pokemons.

Em Magic, cada cor representa uma "personalidade" (sendo isso tambem um elemento que influencia o jogo). A imagem abaixo (que tambem esta de forma mais simples no verso de todas as cartas do magic) é chamada de "Color Pie" (ou Torta das cores), recebendo este nome devido a seu formato.

Podemos ver então, a "personalidade" das cores.

Vermelho:
*Caos: Ação espontanea
*Impulso: Ação emocional
*Liberdade, ação, visão fechada

Em termos de regras, isso é expressado por cartas de baixo custo de mana (ou seja, rapidas), e de alguma forma "apressadas". Por exemplo: no primeiro turno em que uma criatura entra em jogo, ela ainda não pode atacar ou usar certas habilidades, porem muitas cartas vermelhas tem a habilidade chamada "Impeto", que permite que a criatura ataque assim que entra em jogo.
Existem tambem muitas cartas vermelhas que causam dano a criaturas ou ao jogador, e alguns tipos de criaturas que representam bem o vermelho são Goblins, Shamans, Barbaros, e até mesmo Aladin (?).

Verde:

*Instinto: Decisões naturais
*Interdependência: Sobrevivencia natural
*Ingenuidade, Crescimento, Natureza

Há muitas cartas verdes que permitem aumentar a o Poder e Resistencia de suas criaturas, tambem frequentemente há cartas que te permitem buscar por cartas de terreno em seu grimório e coloca-los em jogo ou em sua mão. Há tambem cartas que apresentam o lado mais brutal da natureza, com grande poder de combate.
Como exemplo de criaturas verdes temos diversos animais selvagens, alem de Elfos e Druidas.

Branco:

*Moralidade: Leis Divinas/Espirituais
*Ordem: Leis dos homens
*Falta de criatividade, Paz, Lei.

As cartas brancas costumam procurar mais a paz: ganhar pontos de vida, impedir oponentes de atacar, prevenir dano que seria causado...
Acho que essa é a cor mais simples de se explicar a relação entre as cartas e a color pie, bem simples mesmo .-.

As criaturas brancas muitas vezes são Clerigos, Soldados, Anjos, ou até mesmo Rebeldes. Pode parecer estranho o fato de um Rebelde se encaixar numa cor que tem como valores As leis e a ordem, mas acho que isso depende da maneira como for feita. Se forem Rebeldes como alguns manifestantes (veja bem, alguns) que fazem seus protestos sem quase nenhuma organização e destroem coisas que veem pelo caminho mesmo que isso não tenha a ver com seu objetivo, se enquadraria mais na cor vermelha. Mas uma força rebelde como a que aparece na trilogia antiga de Star Wars, possuindo ordem e uma aparente hierarquia, tem tudo a ver com a cor Branca.

Azul:

*Lógica: Teoria intelectual
*Técnologia: Aplicação intelectual
*Intelecto, Onisciente, Inação

O Azul costuma buscar controlar o jogo: Anular as magicas que seu oponente baixaria, devolver suas criaturas para sua mão, e diversas outras ações que não deixem seu oponente se desenvolver.
Tambem outra coisa bem visivel é a "inação". As cartas azuis tem um alto custo de mana, então normalmente um Grimório azul leva alguns turnos até poder baixar alguma coisa, enquanto um vermelho dificilmente começa sem baixar alguma carta.
Alguns exemplos de criaturas azuis são Magos, ilusões, Magos, Ninjas (?), Animais Marinhos, Magos, Tritões e Magos Tritões. Com certeza, Mago é a melhor representação da cor azul!

Preto:

*Parasitismo: Egoismo as custas de outros
*Amoralidade: Egoismo acima de tudo
*Egoismo, Onipotencia, Paranoia

Há muitas cartas pretas que fazem com que seus oponentes descartem cartas ou com que suas criaturas sejam destruidas. Alem de muitas cartas que te permitem "roubar" o oponente, por exemplo, fazendo com que ele perca pontos de vida e você ganhe pontos de vida. Entre as criaturas pretas há algumas habilidades interessantes e que representam bem a cor (independente de seu efeito em termos de regras), como Amedrontar, Assombrar, Toque Mortifero...
Alguns tipos de criaturas que representam bem o preto estão Zumbis, Esqueletos, Ladinos, Demonios.

Talvez, alguma hora, um terceiro post falando sobre amizade e inimizade entre as cores.

terça-feira, 8 de março de 2011

Tales of Phantasia – Trinta hits no melhor sistema de luta (Parte 2/3)

Okey-dokey,

Voltamos agora com a transmissão direta das minhas opiniões sobre Tales. Este jogo me foi apresentado pela história (“Jogue, a história é surpreendente!!”) e pelo seu sistema de luta. Sempre disse que enjoava de ficar por ai catando bichinho para evoluir em alguns rpg’s (vide Diablo e Pokémon – num mundo em que Pokémon possa ser chamado de RPG, obviamente) e também acho meio chato o sistema de clicar em um personagem, escolher a ação, próximo personagem, clica, escolhe a ação... No meio do caminho eu nem olho mais o que to fazendo.
Bem, em Tales não acontece isso. Seu sistema, que segundo a Wikipédia se chama “Linear Motion Battle”, permite que você lute em “tempo real”. A cena da batalha é em 2D e seus personagens formam uma linha (que você escolhe antes quem fica atrás de quem e a que distância, num menu bacana e simples). E seu inimigo fica na frente (em algumas situações, só de sacanagem eles te pegam por trás ou te flaqueam). Você deixa seu grupo em semi automático e controla seu personagem principal.

“Bem ok, Karina, E DAÍ??”, você me pergunta. E daí que o controle do seu personagem principal
não é em menu algum. Basta apertar “B” para um golpe e “B + seta para cima” para um golpe especial (como se você estivesse num jogo de luta como Mortal Kombat). Quer mais? Você não precisa esperar seu turno, pode ficar pentelhando seu oponente loucamente nos turnos de todo mundo!!

Mas não é somente isso. Lembra que eu disse que o controle dos seus coleguinhas de equipe ficam no automático? Bem... Em primeiro lugar o automático desse jogo FUNCIONA! (O que é útil, já que jogos anteriores, como Secreto of Mana travam). E em segundo lugar é super fácil alterar o que você quer deles, antes da luta você pode direcionar o modo automático e durante a batalha pode dar comandos (ai sim existem menus, porque nem tudo é perfeito né?).
Só que não acabou! Maníacos por lutas preparassem! Palavras da nossa querida Wikipédia: você pode “até mesmo executar combos de mais de trinta hits”. Sim! O Cless, pode combinar golpes através do Combo loucamente. Eu mesma não consegui explorar 1/10 das possibilidades que o Cless pode fazer. Nem os outros personagens. Eles tem golpes muito bons e eu só usei os meus preferidos (Klarth= Origin!).
E claro quero lembrar que estou falando apenas do sistema de luta! Porque existem muitas coisas maravilhosas sobre Tales, como falei no post anterior.

Para saber mais:
Sobre Tales of Phantasia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_of_Phantasia
Sobre Linear Motion Battle (em inglês): http://en.wikipedia.org/wiki/Tales_(series)
Download da rom de Tales of Phantasia (para snes): http://gameroombr.com.br/modules/rmdp/down.php?id=2178
Download de ZSNES: http://www.baixaki.com.br/download/zsnes.htm

sexta-feira, 4 de março de 2011

Magic: The Gathering

Pra uma boa parte das pessoas esse post vai ser inutil, afinal, MTG é um jogo muito conhecido, aliás, a principio eu desejava fazer um texto sobre Magic, mas pensei que era desnecessario.
Bem, nessas ultimas semanas nas quais tenho jogado Magic com maior frequencia, após longo tempo sem jogar, notei que muitas pessoas não conhecem esse cardgame, que é o pai dos Jogos de cartas Colecionaveis (TCG). Acabei percebendo que haviam muitas pessoas que jogavam Pokemon, Yu-gi-oh, ou outros cardgames, mas não conheciam o Magic. E eu não digo isso descriminando ninguem, não tenho grande interesse por Yu-gi-oh, mas ja joguei bastante pokemon, e gosto, apesar de não jogar atualmente, fora que devem haver inumeros outros Cardgames bons que não conheço. Mas havendo essa quantidade maior do que eu esperava de nerds que não conhecem Magic, achei valido fazer um texto explicando esse jogo.



O Magic começou no ano de 1993, pela empresa de jogos Wizards of the Coast, que até então era uma pequena empresa. A idéia inicial era que houvesse certa quantidade de cartas diferentes, porem nada tão grande, que permitisse uma quantidade ilimitada de decks ou estratégias diferentes, porem o jogo acabou por fazer tanto sucesso que foi necessaria a criação de uma nova edição de cartas.
Com o tempo, foram surgindo mais e mais edições conforme o sucesso do jogo crescia, sendo que atualmente uma nova edição é lançada a cada três meses. O sucesso alcançado pelo jogo foi tanto, que a Wizards of the Coast, até então empresa de pequeno porte, foi capaz de comprar a TSR, empresa que na epoca lançava livros de Dungeons & Dragons.


Para que quem não conhece o jogo possa entender a idéia principal do jogo, vou dar uma breve explicação. Essa definição não tem a intenção de ensinar alguem a jogar, serve apenas para que os interessados que não tem nenhuma noção sobre o jogo possam entender sua essencia.

No Magic, cada um dos jogadores é um Planinauta (ou Planeswalker, em inglês), ou seja, um Mago capaz de viajar através dos planos. Através de suas viagens por diferentes planos (ou seja, a compra de cartas e boosters de diversas edições diferentes) os Planinautas adquirem conhecimento de novas magicas (ou seja, novas cartas) para serem inseridas em seus Grimórios (termo usado para se referir ao Deck no Magic), para assim poder duelar contra outros Planinautas.

No inicio de uma partida, cada um dos jogadores compra uma mão de 7 cartas, e então, cada um em seu turno, baixam terrenos e magicas.
Através dos terrenos, os Planinautas extraem a Mana, a energia para conjurar suas magicas. A imagem a esquerda é de uma carta de terreno, no caso uma montanha, que gera mana vermelha. A magic a direita é uma criatura, cujo custo de mana é representado em seu canto superior direito. Neste caso, para baixar esta magica seriam necessarios dois terrenos que gerem mana vermelha e dois outros que gerem de alguma cor qualquer, em um sistema um pouco parecido com o do cardgame de pokemon.
Com os terrenos e a mana por eles gerada, os jogadores podem conjurar diversos tipos de Magicas, como as criaturas (que podem ser usadas para atacar seus oponentes), os encantamentos (que permanecem em jogo após sua conjuração e causam algum efeito permanente em jogo), as Magicas Instantanes (que podem ser usadas em qualquer momento do jogo, até mesmo no turno dos oponentes, similar a cartas viradas para baixo em Yu-gi-oh), dentre outros.


Ha algumas maneiras diferentes pelas quais se pode vencer o jogo, mas a mais comum é reduzindo os 20 pontos de vida iniciais de seu oponente a 0, atacando-o com criaturas.








Apesar de essa ser a maneira mais comum de se vencer, ha diversas estratégias que podem ser usadas para isso, ou até estratégias para vencer o jogo de outra maneira, por exemplo: Enquanto alguns decks dão preferencia a baixar muitas criaturas com baixo custo de mana (para que possam ser baixadas mais rapidamente), outros podem dar, por exemplo, preferencia a cartas que descartam cartas da mão do oponente, que impedem criaturas oponentes de atacar, ou que façam com que você ganha mais pontos de vida.

É nisso que entra uma coisa que (em minha opinião) é o mais interessante do Magic: as cores.
Pode ser comparado ao sistema de tipos de pokemon e tipos de energia no Card Game de pokemon, apesar de a maneira como esse sistema é abordado no magic ser um pouco mais complexa, mas isso é um assunto no qual entrarei em um post seguinte, muito em breve!
Espero que tenha conseguido ser claro e que tenha trazido interesse aos que ainda não conheciam bem o Magic!

Youtube news (ok, nem tão novos assim)

Olá a tod@s,

hoje trouxe uma lista de sugestões para vocês! Vou me explicar.
Estava eu no msn, quando o Satore me passou um vídeo muito genial (Otaku - The Revenge). Resolvi compartilha-lo com vocês. Isso me lembrou imediatamente outro vídeo igualmente bom o 1337. Sério, ambos de se rachar de rir, os dois satirizam com as coisas mais sérias do mundo otaku e nerd. Se você entender o espírito da coisa (e metade das piadas) é nerd ou otaku.

Otaku The Revenge - http://www.youtube.com/watch?v=zcPMeGNYAzU
Eu sou 1337 - http://www.youtube.com/watch?v=EBbmVRtoXdU

No meio dessa pesquisa também achei umas coisas interessantes. Tem várias reportagens da MTV feitas pela Marimoon sobre otakus e eventos de cultura japonesa. A Marimoon é uma velha conhecida, quando ela ainda era famosa só pelo fotolog, vinha em eventos para vender coisas como luvinhas bonitinhas, saias e até tinta de cabelo colorida (quando ela mudava de cor, ao invés de só usar rosa). A reportagem que achei mais legal é sobre uma peça baseada em Death Note, que eles nomearam de "Caderno da Morte".

Marimoon Caderno da Morte - http://www.youtube.com/watch?v=pCyNHQo4rNc&feature=related

Ainda na categoria interessantes, achei um documentário chamado "Ilha dos otakus", que por sua vez é baseado em outro documentário excelente que é "Ilha das Flores". Ilha dos otakus conta sobre o que é a tribo dos otakus com humor muito inteligente. Excelente. E ainda, um show de falta de senso em um shopping, onde o segurança exige que os cosplayers tirem a roupa para entrar porque se eles roubarem algo não poderão ser reconhecidos. Claro, a descrição "menina de peruca, roupa rosa e UM CETRO COM UMA ESTRELA NA PONTA" poderia ser qualquer um né? Ah esse vídeo é difícil de ouvir nos primeiros 20 segundos, mas depois é tranquilo. E tem um protetos excelente de uma cosplayer irritada, provando que não tem roupa para trocar.

Ilha dos Otakus - http://www.youtube.com/watch?v=tyREVVL0mXk&feature=related
Preconceito e discriminação sofrida por cosplayer e otakus no Manauara - http://www.youtube.com/watch?v=O7aox5pAntw&feature=related

Por último e ainda na categoria morra de rir, achei esse vídeo: Vida de cosplayer. Que praticamente alivia o coração de qualquer garota que já usou um cosplay de saia curta (eu de Misa-misa na minha volta ao sub-mundo otaku). Ia indicar antes, mas fica mais engraçado depois de ver o vídeo sobre o preconceito que os cosplayers sofreram no shopping.

Vida de Cosplayer - http://www.youtube.com/watch?v=riTWcesD9Jg&feature=related

É isso, tenham um bom carnaval Nerd (CarnaNerd como temos chamado por aqui) e divirtam-se!


(Esse post é dedicado ao Satore, entrem no blog dele, é ótimo: http://lojinhadosatore.blogspot.com/ )